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Curso de História da Unioeste realiza a 1ª Mostra e Premiação de Curta-Metragens

Trabalho tem como objetivo incentivar a pesquisa histórica local e a produção audiovisual

Cascavel (PR) – Com o objetivo de incentivar a pesquisa histórica e a produção audiovisual, o curso de História da Unioeste, campus de Cascavel, realizou na noite de ontem (1º) a 1ª Mostra e Premiação de Curtas-metragens. O trabalho desenvolvido ao longo do semestre foi coroado em uma noite especial com premiação em várias categorias.

O grande vencedor da noite nas categorias “Melhor Curta-Metragem” e “Melhor Edição” foi o curta “Sebo do Paulinho”. Este filme destaca as experiências familiares e de trabalho de Paulinho, fundador do sebo mais antigo de Cascavel. Sua simpatia e carisma fazem com que o sebo represente muito mais do que um comércio, sendo um espaço afetivo para seus frequentadores. O curta emocionou a todos com sua narrativa envolvente e edição impecável.

Nas categorias “Melhor Fotografia” e “Melhor Roteiro”, o premiado foi o curta “Museus de Cascavel”, que impressionou pelo cuidado visual e pela construção de uma história rica em detalhes sobre os museus da cidade.

Já na categoria “Melhores Efeitos Sonoros”, o curta “Carnaval: Histórias e Conflitos em Cascavel” levou o prêmio.

A professora Claudia Monteiro, que coordenou o trabalho, destaca que a produção teve como objetivo estimular os alunos a pensarem em atividades audiovisuais dentro da chamada história pública. “Incentivar nossos acadêmicos a fazer vídeos é trazer uma reflexão sobre essa nova linguagem, que não é tão nova, mas como a universidade e a produção acadêmica sempre estiveram muito pautadas na escrita, a gente tem feito esse movimento para pensar outras linguagens para trabalhar fontes orais, visuais, fotografias e como mostrar para um público mais amplo”, explica.

Para a professora Sheille Soares de Freitas, o trabalho que foi apresentado é uma mostra do potencial do curso. “A gente já tem habilidades que precisam simplesmente só de espaços para elas acontecerem”, diz.

O acadêmico Carlos Cardoso, o Caio, exibia com orgulho duas estatuetas pelo trabalho apresentado em grupo. Ele conta que foram dois meses de produção para contar a história dos museus de Cascavel. “Acho que foi muito importante o trabalho que a gente fez sobre os museus. A importância foi geral por ser a primeira mostra”, enfatiza. O colega de grupo, Luan Saraiva, destaca o trabalho coletivo. “Durante a edição todo mundo ficou junto, sem o grupo no trabalho a gente não conseguiria”, afirma.

 

 

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