post_excerpt ) ) { $og_description = wp_strip_all_tags( $post->post_excerpt, true ); } else { $og_description = wp_trim_words( wp_strip_all_tags( $post->post_content, true ), 30 ); } $og_description = esc_attr( $og_description ); // --- IMPRESSÃO DAS TAGS --- echo '' . "\n"; echo '' . "\n"; echo '' . "\n"; echo '' . "\n"; if ( !empty( $og_image ) ) { echo '' . "\n"; } echo '' . "\n"; } } add_action( 'wp_head', 'add_manual_open_graph_tags' ); ?>
VARIEDADESDESTAQUES

☢️ Mãe relembra tragédia do Césio-137 e conta como filha foi contaminada em Goiânia

Caso que vitimou Leide das Neves Ferreira volta à tona após série da Netflix e expõe sequelas que persistem quase 40 anos depois

Quase quatro décadas após o acidente com o Césio-137 em Goiânia, a história da pequena Leide das Neves Ferreira, morta aos 6 anos, voltou a ganhar repercussão com o lançamento da série Emergência Radioativa, da Netflix.

A mãe da menina, Lurdes Neves Ferreira, relembrou como a filha teve contato com a substância. Segundo o relato, a criança ficou encantada com o brilho do material radioativo levado para casa pelo pai, sem saber dos riscos.

Em entrevista concedida anteriormente, Lurdes descreveu o momento em que percebeu algo estranho. “Ela tinha pedido um ovo cozido. Quando fui chamá-la, vi que havia um líquido escuro escorrendo da mão dela”, contou. De acordo com a mãe, o pó do material radioativo teria se misturado com a umidade do alimento, formando um líquido escuro.

Apesar da exposição direta, Lurdes não foi contaminada. Já a filha sofreu os efeitos da radiação e não resistiu. O caso se tornou um dos episódios mais graves envolvendo material radioativo fora de usinas nucleares.

Com informações do Metrópoles

Atualmente com 74 anos, Lurdes vive com uma pensão vitalícia destinada às vítimas do acidente. O valor, segundo relatos, é inferior ao salário mínimo e grande parte é destinada à compra de medicamentos de uso contínuo.

Após a tragédia, a família também perdeu a casa onde morava, demolida durante o processo de descontaminação. Um novo imóvel foi concedido pelo governo estadual em Aparecida de Goiânia, mas o retorno ao antigo endereço nunca ocorreu.

Anos depois, Lurdes ainda enfrentou a perda do marido, Ivo Alves Ferreira, que também teve contato com o material radioativo e conviveu com sequelas até sua morte, em 2003.

O acidente com o Césio-137, ocorrido em 1987, segue como um marco trágico na história do país, com impactos que ainda ecoam na vida das vítimas e familiares.

Deixe um comentário