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A trajetória de uma mulher que se tornou freira após 36 anos de casada e 8 filhos

A escolha pela vida religiosa, trouxe à irmã Deonilde a satisfação de exercer o que sempre lhe foi valoroso: a caridade

Irmã Deonilda com seus filhos – Foto: Arquivo pessoal

Tradicionalmente, entendemos que freiras são moças que vão para o convento ainda muito jovens e entregam a vida a Deus. Mas não é somente assim que uma mulher pode fazer o noviciado e se tornar parte de uma congregação.

Conheça a história da irmã Deonilde Maria Laurini, que morreu em fevereiro de 2022, aos 83 anos, mas que ainda continua inspirando com sua vida de amor e dedicação.

A história dela é um tanto diferente, mas não impossível. Tanto que teve a companhia de uma amiga durante toda caminhada até fazerem os povos.

Casamento com Waldemar

Início da história

Deonilde era gaúcha de Sarandi (RS). Na pré-adolescência manifestou aos pais o desejo de se tornar freira. No entanto, os pais acharam que ela era muito nova para uma decisão tão importante, então pediram que ela esperasse.

Com o passar do tempo, ela conheceu Waldemar Paulo Laurini e se casou. Tiveram oito filhos. Moraram em várias cidades da região Sul do Brasil, até que em 1986 mudaram-se para o interior de Goiás.

Nessa época, os filhos já estavam crescidos, alguns casados. Em 1989 a família se mudou para Tangará da Serra (MT), a 242 km de Cuiabá. Alguns filhos também foram para a mesma cidade ficar perto dos pais.

A partir de então vieram os netos, e Deonilde que trabalhava na lavoura e com comércio, já estava em vias de se aposentar, até que a família foi surpreendida pela doença que acometeu o seo Waldemar: um enfisema pulmonar.

Um dia, durante um evento da igreja, um jovem a abordou e disse que ela poderia se tornar freira. Ela gostou do que ouviu. Até que, durante um encontro, conheceu o diretor da ordem das Irmãs Discípulas do Divino Pastor (IDDP) em Diamantino, a 154 km de Tangará.

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