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Prisão de Santa Catarina inova ao usar gansos no lugar de cães

Foto: Divulgação

Em uma abordagem de segurança inusitada, o Complexo Penitenciário do Estado (Cope) de São Pedro de Alcântara, localizado em Florianópolis, tem utilizado gansos ao invés de cães para reforçar a vigilância na penitenciária.

Esta prática, que começou em 2009, demonstra a eficácia dos gansos como “guardiões” no complexo prisional. Uma das razões para a substituição é a capacidade dos gansos de permanecerem alertas e não se familiarizarem ou simpatizarem com os detentos, diferentemente dos cachorros. Além disso, os gansos têm uma arma peculiar: seu barulho intenso. Ao menor sinal de movimento suspeito, eles emitem sons altos, auxiliando assim na vigilância entre as muralhas e os pavilhões do complexo.

Desde pelo menos 2013, um grupo de 16 gansos tem sido mantido no local, atuando como um eficiente sistema de alarme. O uso de gansos em um ambiente prisional é uma estratégia não convencional, mas tem se mostrado eficaz no contexto de São Pedro de Alcântara.

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