JUSTIÇA

Justiça nega pedidos e ação trabalhista contra Angélica segue sem acordo

Audiência no Rio rejeita sigilo, mantém processo em andamento e tentativa de conciliação termina em impasse

Foto: The Music Journal

A apresentadora Angélica voltou ao centro de uma disputa judicial que ganha novos desdobramentos na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro. Em audiência realizada na 48ª Vara do Trabalho, a defesa da artista teve pedidos negados e não conseguiu avançar em um acordo com a parte autora.

As informações foram divulgadas pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia.

De acordo com documentos do processo, a defesa tentou colocar a ação em segredo de Justiça, mas o juiz rejeitou a solicitação por falta de base legal. Com isso, o caso permanece público.

Outro pedido negado foi o de suspensão do processo até que o Supremo Tribunal Federal defina situações semelhantes. O magistrado entendeu que não há motivo para interromper o andamento e determinou a continuidade da ação.

O juiz também ressaltou a ausência de contrato formal entre as partes, o que, segundo ele, enfraquece a tese da defesa para justificar a paralisação do processo.

Na tentativa de encerrar o caso, a parte autora propôs um acordo de R$ 100 mil, com possibilidade de pagamento parcelado. A defesa de Angélica recusou. Em seguida, o próprio magistrado sugeriu uma conciliação nos mesmos moldes, mas, novamente, não houve consenso.

Sem entendimento, o processo segue em tramitação.

Relembre o caso

A ação veio à tona no fim de 2025 e foi movida por Jardelson, ex-cuidador do pai da apresentadora e sogro de Luciano Huck. Ele pede indenização de R$ 191.674,18.

Segundo o processo, o trabalhador afirma ter atuado por cerca de três anos e nove meses sem registro em carteira, em escala 12×36, com salário aproximado de R$ 6,6 mil. Ele também relata que foi dispensado por mensagem de WhatsApp, sem receber verbas rescisórias.

A ação inclui o reconhecimento de vínculo empregatício, pagamento de direitos como férias, 13º salário e FGTS, além de indenizações. Até o momento, não há decisão final.

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