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Brasil aparece em 4º no ranking mundial de consumo de pornografia, aponta levantamento

Curiosidade, acesso facilitado e hábitos digitais ajudam a explicar o alto volume de acessos; especialista orienta quando o consumo deixa de ser saudável.

O Brasil ocupa a quarta posição no ranking global de consumo de pornografia, segundo dados divulgados por plataformas especializadas. A colocação chama atenção não apenas pelo volume de acessos, mas também pelo impacto cultural do conteúdo adulto na forma como parte do público constrói expectativas sobre sexo e relacionamentos.

De acordo com o levantamento citado, Estados Unidos, México e Filipinas aparecem nas primeiras posições, com o Brasil logo em seguida. O resultado é atribuído, entre outros fatores, ao acesso cada vez mais simples via celular, ao consumo rápido em ambientes digitais e à curiosidade estimulada por algoritmos e redes sociais.

O que mais chama atenção nas preferências

Os dados também apontam que, no Brasil, há interesse constante por conteúdos ligados a produções nacionais e por termos associados a animações, um comportamento que se mantém com poucas mudanças em relação ao ano anterior.

Quando o consumo é considerado saudável

Para o sexólogo Vitor Mello, o consumo tende a ser visto como saudável quando não interfere na vida cotidiana e não provoca sofrimento, culpa, vergonha, conflitos morais ou prejuízos em atividades, trabalho e relacionamentos. O alerta, segundo ele, surge quando o hábito se torna compulsivo e passa a gerar comparação, insatisfação e disfunções na vida sexual.

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