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Irã rejeita cessar-fogo temporário e tensão com EUA e Israel se intensifica

Teerã descarta proposta ligada ao Estreito de Ormuz após ataque que matou chefe de inteligência da Guarda Revolucionária
Fatemeh Bahrami/Anadolu Agency/Getty Images

O governo do Irã rejeitou nesta segunda-feira (6) a proposta de reabrir o Estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo temporário, avaliando que os Estados Unidos não demonstram interesse em uma trégua permanente. A decisão ocorre em meio à escalada de tensões após ataques atribuídos a Israel que mataram o chefe de inteligência da Guarda Revolucionária, Majid Khademi.

Em comunicado divulgado pela Guarda Revolucionária Islâmica, o Irã confirmou a morte de Khademi em um bombardeio na madrugada e atribuiu a ação ao “inimigo americano-sionista”. O episódio elevou ainda mais o clima de instabilidade na região.

A crise se agravou após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que ameaçou ordenar ataques contra infraestrutura iraniana caso o estreito — responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo e gás — não seja reaberto. Inicialmente, o prazo estabelecido por Washington terminaria nesta segunda, mas foi adiado para terça-feira (7).

Apesar do tom agressivo, Trump afirmou em entrevista que ainda vê “boa chance” de acordo. Em outras declarações, porém, voltou a endurecer o discurso, mencionando possíveis destruições em larga escala no Irã.

O governo iraniano reagiu acusando o presidente americano de incitar crimes de guerra. Paralelamente, autoridades locais anunciaram a execução de um homem acusado de colaborar com Israel e os EUA durante recentes protestos contra o governo, ampliando o cenário de tensão interna e externa.

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